Já fui arquiteta: China contemporânea
28 SetO “Espaço de escultura de Shanghai” (Shanghai Sculpture Space) é com certeza um dos meus lugares favoritos na cidade dos Jetsons. Uma antiga fábrica revitalizada. Um enorme respiro que se abre em meio as quadras da cidade. Um lugar de contemplação e vazio.
Não se enganem pelas imagens caseiras da observadora aqui, o lugar é fascinante: o miolo de quadra foi ocupado (ou desocupado?) por um enorme gramado que contrasta com a superfície absolutamente plana da cidade. Sim, um morrinho. Um morrinho artificial aonde as esculturas ficam expostas e sempre abertas ao público, em baixo dele alguns programas como cafés, restaurantes e uma pequena salada de exposição, tudo semi-enterrado. Rodeando este vazio, os antigos galpões foram reformados, abrigando mais obras e grandes caixas de concreto aonde se instalaram escritórios de design, arquitetura e uma excelente loja de livros de arte , arquitetura e design chineses contemporâneos. Se tiver sobrando para alguém, aluga uma salinha lá para mim!? (para ver as fotos, continue lendo o post)
Etiquetas:china contemporânea, museus, shanghai
Deliciosamente visual: peixes, moluscos, crustáceos
28 SetDeliciosamente visual: feira de rua, Hong Kong
27 Set
Ah, as feiras de rua asiáticas…!
Saímos por Hong Kong despretensiosamente e, de beco em beco, demos de cara com estes carangueijos amarrados. As folhas que prendem estes crustáceos parecem mesmo muito fortes. E o que dizer sobre a textura destes ovos pintados? E a carne, que iluminada por lâmpadas tão quentes fazem o vermelho quase nos espirrar sangue…! Teria levado meia-dúzia de cada para casa, se não estivesse lá a turismo.
Etiquetas:feira de rua, texturas
Já fui arquiteta: Aeroporto de Bangkok
27 Set
Aeroporto internacional de Bangkok (Aeroporto Suvarnabhumi), concluído em 2006, 11 anos após seu início. Além da estética limpa e contemporânea, outros aspectos foram levados como premissas ao projeto: sua obra foi uma das primeiras ecologicamente corretas, em aeroportos. As paredes de vidro são todas tratadas para máxima iluminação e ventilação o que reduziu drasticamente o consumo de energia. Os “cubos” interiores, peças de concreto pré fabricado, são destacados desta casca, permitindo uma circulação flúida e transparente.
(Continue lendo o post para mais detalhes)
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Etiquetas:Arquitetura, bangkok





